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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Opinião Parte I, o Mercado de Transferências Internacional 2009/2010

Quatro dias depois do fecho do mercado de transferências chega a hora de analisar um dos mais agitados defesos dos últimos anos, a nível nacional, mas sobretudo a nível internacional.

Neste defeso realizaram-se três das cinco maiores transferências de sempre no mundo do futebol, Cristiano Ronaldo (1ª), Zlatan Ibrahimovic (3ª) e Kaká (5ª). Aliás, é indiscutível que, se foi a Liga Inglesa a que mais investiu a nível de contratações (cerca de 540 ME), as verdadeiras estrelas estão na Liga Espanhola, ou melhor, em dois clubes da Liga Espanhola. Com efeito, Real Madrid e Barcelona garantiram os dois melhores jogadores da Liga Italiana (Ibrahimovic e Kaká), sendo que os merengues garantiram ainda os melhores jogadores das Ligas Inglesa e Francesa(CR9 e Benzema). Assim, apesar de ter gasto "apenas" 480ME, a Liga Espanhola está melhor que nunca prometendo um campeonato absolutamente frenético.

Se o Real Madrid movimentou cerca de 350ME, 260ME em aquisições e cerca de 90ME em vendas, o outro grande protagonista deste defeso foi, sem dúvida, o Manchester City. Investindo cerca de 140ME em jogadores como Kolo Touré, Carlos Tevez, Adebayor e Roque Santa Cruz, os blues foram a equipa que mais se reforçou na Liga Inglesa, movimentando no total cerca de 150ME. Apesar de menos mediáticos, clubes como o Liverpool (43ME) , Man Utd (37ME) e um surpreendente Aston Villa (47ME) animaram o defeso inglês.
Real Madrid e Manchester City foram aliás, os grandes responsáveis pelo defeso mais activo desde há muito tempo. Num cenário de crise económico-financeira, como tantas vezes temos ouvido seria improvável, no mínimo, que neste verão tantas jogadores mudassem de clube, sobretudo por somas tão avultadas.

Na Liga Italiana, o clube que mais receitas obteve com a venda de jogadores foi o Inter de José Mourinho, por culpa das vendas de Ibrahimovic, Maxwell e Acquafresca, sendo simultâneamente o clube que mais dinheiro despendeu para se reforçar (90ME), surgindo o Génova num surpreendente segundo lugar (70ME), à frente de clubes como a Juventus (50ME) e Milan (25,5ME).

No que à Liga Alemã diz respeito, o colosso alemão Bayern de Munique foi o maior investidor, contratando, entre outros, Mario Gomez (30ME), Tymoshchuk (11ME) e Arjen Robben (25ME), num total de 75ME, sendo o Hamburgo (29ME) o segundo maior investidor.


Num outro plano, se as aquisições milionárias do Real Madrid injectaram capital num mercado em contracção financeira, não posso deixar de relevar os verdadeiros "saldos" merengues. Jogadores como Huntellaar, Robben, Sneijder, foram vendidos por montantes muito abaixo do seu real valor. Milan, Bayern e Inter fizeram contratações absolutamente fantásticas se basearmos a nossa análise na relação qualidade preço.
A política de contratações de Florentino Pérez levou a que jogadores como Miguel Torres, Parejo, Negredo, Alberto Bueno e Javi Garcia, jogadores da formação madrilena, perdessem o pouco espaço que tinham no plantel merengue.
Neste defeso o clube madrileno adquiriu sete jogadores pela astronómica quantia, já referida de 240ME. A necessidade de receitas era evidente e Jorge Valdano, director desportivo do Real nunca o escondeu.O que é certo é que, a venda de, nada mais nada menos do que 13 jogadores, entre jogadores formados no clube e aquisições de anos anteriores, rendeu ao Real Madrid apenas 90ME, menos de 1/3 do montante investido.
Apesar de ter atacado o mercado de uma forma muito agressiva, o clube da capital espanhola, confrontado com a necessidade de gerar receitas para equilibrar as contas do clube, ficou numa posição negocial demasiado fragilizada, não conseguindo vender os seus activos ao seu preço real de mercado.


Para terminar, deixo-vos com o Top 20 dos clubes que mais investiram em jogadores no defeso de 2009/2010:

1. Real Madrid / Espanha – 257.400.000 €
2. Manchester City / Inglaterra – 139.300.000 €
3. FC Barcelona / Espanha – 113.500.000 €
4. Internazionale / Itália – 90.500.000 €
5. Bayern Munique / Alemanha – 74.700.000 €
6. Olympique Lyon / França – 72.500.000 €
7. FC Génova / Itália – 69.300.000 €
8. Juventus / Itália – 55.300.000 €
9. Nápoles / Itália – 49.700.000 €
10. Aston Villa / Inglaterra – 46.900.000 €
11. FC Liverpool / Inglaterra – 43.500.000 €
12. Sunderland / Inglaterra – 42.300.000 €
13. Olympique Marselha / França – 40.900.000 €
14. Manchester United / Inglaterra – 36.900.000 €
15. Tottenham Hotspurs / Inglaterra – 34.400.000 €
16. Bordéus / França – 30.000.000 €
17. Hamburger SV / Alemanha – 28.900.000 €
18. FC Chelsea / Inglaterra – 28.500.000 €
19. Fenerbahce – Turquia – 28.000.000 €
20. FC Sevilha / Espanha – 27.000.000 €

Em primeiro lugar, tenho que destacar o facto de o investimento do Real Madrid ser praticamente o dobro do investimento do Manchester City, segundo colocado na tabela. Por outro lado, e apesar de no top 3 estarem dois clubes espanhóis, continuam a ser os clubes ingleses a dominar este top 20, com sete clubes, entre os quais os surpreendentes Aston Villa e Sunderland.
De realçar também a presença do Génova no sétimo lugar, e ainda, as presenças de Marselha e Bordéus, que pela primeira vez fazem companhia ao Lyon, neste top 20.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Opinião: Sorteios europeus dificeis, mas possiveis!

Parece-me que realmente o FC Porto está num grupo difícil e que, apesar de poder passar á 2ª fase sem nenhuma admiração, também não será vergonha nenhuma se ficar em 3º lugar e garantir o apuramento para a Liga Europa. Julgo que se o FC Porto garantir pelo menos 3 pontos nos jogos com o Atlético e 1 ponto nos jogos com o Chelsea, garantirá o apuramento sem dificuldades. Estamos a falar de clubes com orçamentos muito superiores ao da equipa portuguesa, mas também isso nunca foi impedimento para belas prestações europeias dos portistas. Quero também chamar a atenção para a equipa cipriota do APOEL que apesar de ser uma equipa com muito pouca experiência a nível europeu, é uma equipa muito aguerrida que a jogar em casa, nunca deixará de lutar pelos 3 pontos, seja contra que adversário for.

Em relação aos clubes que estão na Liga Europa, julgo que tanto o Benfica como o Sporting estão em grupos fortes e com deslocações difíceis (Benfica á Bielorrússia e o Sporting á Lituânia), mas são ambos os favoritos dos seus respectivos grupos. A escassa experiência europeia dos oponentes pode tornar mais fácil o apuramento. Se os 2 grandes portugueses estiverem ao seu nível, a verdadeira dificuldade nesta prova apenas virá quando as equipas da Liga dos campeões se juntarem. Já o Nacional apesar de não estar num grupo muito forte, é claramente o elo mais fraco, mas também com possibilidade de fazer umas das suas gracinhas. Os oponentes irão por certo ter muitas dificuldades nas deslocações á madeira, onde os portugueses são realmente mais fortes.

Portugal pode voltar, este ano, a ganhar muitos pontos no ranking da UEFA.

Opinião - Leão escondido sem nada de fora.

E a maldição do Natal este ano chegou mais cedo. Aliás, chegou tão cedo que em vez de maldição cheira a toda uma nova conjuntura no emblema leonino. Com o afastamento da Champions, fugiu o primeiro grande objectivo da época. E mais do que a derrota, ficou patente a incapacidade da equipa para produzir quando é obrigada a jogar fora da sua zona de conforto, fora do esquema estanque montado por Paulo Bento.

Porquê? O Sporting foi, dos grandes, a equipa que menos mexeu. A espinha dorsal da equipa é a mesma. O treinador é o mesmo. E no entanto é difícil reconhecer neste Sporting a equipa que em anos transactos era crónica candidata ao título.

Preparação.
Não nos arrogamos saber avaliar as necessidades físicas de uma equipa que inicia um campeonato, mas basta-nos a comparação entre a pré-época dos três grandes, para ver que o Sporting se destaca. O reduzido número de jogos, a ausência de testes contra equipas "mais sérias", o acumular de empates, foram indícios do começo de temporada a que se assistiu. Mais do que jogadores sem ritmo competitivo, do que rotinas desaprendidas, parece ter-se instalado na equipa uma abstracção permanente, uma falta de concentração ou motivação. Na segunda parte do jogo em Itália ficou a ideia que ninguém sabia muito bem qual a posição a ocupar ou o seu papel em campo.

Europa.
Sete milhões. São menos sete milhões nos cofres. No orçamento de qualquer equipa é um valor que faz mossa. Acrescentemos a esse valor o que se perdeu animicamente no espírito dos jogadores, desiludidos pelo afastamento. Contabilizemos também o acréscimo de cansaço e o decréscimo na paciência dos adeptos. O Sporting perdeu bem mais do que os sete milhões.

Forever.
Não foi sem alguma estupefacção que assisti no defeso à apresentação de Paulo Bento, como bandeira de uma candidatura que se adivinhava vencedora. Se o eco do descontentamento já na altura abalava a massa associativa, neste momento está a tornar-se ensurdecedor. A dupla Bento/Barbosa começa a ver seriamente reduzida a sua margem de erro e de manobra, e a sua incapacidade de demonstrar progressos na forma da equipa jogar não augura nada de bom para a sua manutenção a longo prazo.

Falta motivação. Falta balneário. Falta Liedson. Falta Polga. Falta abrir os olhos e ver que o Pedro Silva deste ano não serve e, principalmente, falta perceber que quando tudo corre mal, não mudar nada faz com que tudo permaneça igual. E talvez, mais do que a Paulo Bento, este conselho deva assentar a Bettencourt.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Opinião - Quando os Grandes são pequenos.

Mais uma jornada europeia para o Sporting e, resultados à parte, o primeiro sinal de alívio para Paulo Bento que pela primeira vez esta época teve um vislumbre daquilo que a sua equipa é capaz de fazer. Mas neste jogo cabem outras análises que extravasam as movimentações técnicas.

1 - Arbitragem.
Vergonhosa. No seu discurso, atabalhoado, Paulo Bento tem razão ao apontar os diferentes pesos que as nacionalidades podem ter no inclinar do campo. Pesos e medidas que se revelaram bem díspares no desenrolar do encontro. Os lances são gritantes e põe-nos a pensar quais os critérios que levam à nomeação dos árbitros para as competições europeias, bem como que consequências terá uma avaliação negativa num desses encontros. Nestas alturas urge reflectir a questão da arbitragem sem a clubite que normalmente acende esta discussão. O problema não é nacional e não colhe alvos específicos. A pressão sobre os juízes prejudica o espectáculo e esta noite o S.C.P bem se pode queixar de mais do que de falta de sorte. E não só...

2 - Porquê Vukcevic?
A regra não é nova. Toda a gente a conhece. Não houve ninguém no estádio, em casa, no café, que não tenha ficado lívido quando viu Vuk levantar a camisola e tirá-la para festejar com os adeptos. Só podemos imaginar o que terá passado na cabeça de Paulo Bento... Ninguém parece perceber muito bem o alcance da norma. As explicações passam pelo “excesso” nas celebrações, a perda de tempo após um golo, o facto de nalguns países o gesto ser entendido como ofensivo, ou então, para parar uma tendência a que se assistiu há alguns anos de ter uma segunda camisola com mensagens para a mulher, os filhos, ou para o periquito, ou então com publicidade. Mas a verdade é que não é pedido aos jogadores qualquer tipo de interpretação normativa. A regra é simples e é simples de cumprir. Se o Sporting for eliminado da Champions, ninguém se vai esquecer que parte da culpa é da barriga de Vuk. O futebol é um desporto emotivo. É por isso que os estádios se enchem. A cara de Vukcevic quando vê o vermelho sair do bolso de Viktor Kassai diz tudo. Na euforia orgásmica de um golo europeu ele simplesmente esqueceu-se do primeiro amarelo. Não desculpa o peso das consequências de tal gesto, mas leva-nos a questionar a necessidade da regra.

3 - Elã.
Força anímica. Espírito. Motivação. Já ninguém duvida da importância da preparação psicológica dos jogadores. Treinadores como Mourinho e Scolari ficaram famosos entre nós por conseguirem grandes dividendos através da motivação e união das equipas que treinaram. A exibição de Miguel Veloso, coroada por um golo estrondoso, mostra o que a antecipação de uma montra europeia pode fazer pela motivação individual. É uma pena que jogos “normais” não cheguem para jogadores com mais olhos que barriga. O apontamento serve também para Paulo Bento, que tem vindo a demonstrar falta de pulso para controlar o vedetismo no balneário e recordar o caso de Boloni que viu-se e desejou-se para colocar uma rédea curta num mustang.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Opinião - Fair Play

Para além de toda a discussão e possíveis conclusões a tirar da primeira jornada da liga, há uma análise a fazer que se torna interessante pelas ilações passíveis de se transportarem para a generalidade do futebol português.

Atentando na partida da Luz, poucos serão aqueles relutantes em eleger Peçanha como o homem do jogo. Mal soou o apito final e começou a análise do confronto pela imprensa online, distinguiu-se a exibição monstra do guardião insular. Foi elogiado por Carvalhal, elogiado por Jesus e coroado herói pelos periódicos desportivos. Começou também a enxurrada de protestos, em comentários encarnados, pela falta de “fair-play” demonstrada, durante praticamente todo o segundo tempo, pelo guarda-redes do Marítimo. As críticas têm obviamente razão de ser.

Quem seguiu o jogo constatou as constantes quebras no ritmo, não só pela demora na reposição da bola em jogo (pela qual Peçanha foi admoestado apenas aos 84', quando se impunha que o tivesse sido mais cedo), como pelas constantes “lesões”, protestos e afins.

A questão do tempo útil de jogo não é nova, mas “queimar tempo” parece demasiadas vezes mais uma arma que as equipas pequenas levam aos estádios mais difíceis, como forma de tentar segurar um ponto que dão a priori como perdido. E isto é péssimo para o espectáculo. Quem paga para ir a um estádio não pode ficar contente ao constatar que 30% do valor que pagou pelo ingresso foi, na verdade, para assistir a teatros mais ou menos circenses, em que jogadores que se contorcem e rebolam pelo chão em dores excruciantes, ganham uma vitalidade redobrada no momento em que tocam a relva que há para além da linha branca.

Que soluções adoptar em nome de um espectáculo mais verdadeiro, mais desportivo, mais parecido com desporto e menos com wrestling?

Em primeiro lugar, urge dar aos árbitros instruções precisas para punir comportamentos que se enquadram perfeitamente no anti-desportivismo. Todos nos lembramos de Jorge Costa, na era Mourinho, encostado ao poste à espera de “limpar amarelos”... Os árbitros conhecem o futebol português e estas são situações que são fáceis de identificar e não podem passar em claro. Os 90 minutos servem para se jogar futebol.

Quanto ás lesões que parecem crescer exponencialmente à medida que os minutos começam a escassear, talvez esteja na altura de rever alguns conceitos do fair-play. No caso da “convenção” que uma equipa deve atirar a bola para fora quando um jogador está caído no chão, tal combinação serve na maioria dos casos para que a equipa que está a ganhar se aproveite desse fair-play, para não só subverter o espírito do jogo, como também o da solidariedade entre profissionais. Há dois anos o F.C. Porto anunciou que não voltaria a colocar a bola fora do campo, para que os jogadores adversários pudessem ser assistidos. No comunicado lia-se que “cabe ao árbitro o papel de aferir da necessidade dos atletas serem assistidos e, consequentemente, de se proceder à interrupção da partida”. Na altura, tal decisão foi muito criticada, mas na verdade, parece ser a única forma de deixarmos de ver lesões gravíssimas que duram cerca de 30 segundos e roubam 2 minutos a um jogo prestes a acabar. O Porto deixou de fazer isto como sistema, mas se todas as equipas o fizessem haveria mais, e não menos fair-play. Haveria menos jogadores no chão, se soubessem que a equipa contrária marchava a grande velocidade em direcção à sua baliza.

Substituições. Se já ninguém acredita na gravidade de 90% das lesões no último quarto de hora, da mesma forma, já ninguém espera que as substituições nos últimos dez minutos preconizem qualquer tipo de alteração táctica, quando a equipa que as faz está a ganhar. A substituição-cananço ganha ainda outro relevo com as variantes substituição-câmara-lenta e a substituição-ah-e-tal-dá-mesmo-jeito-é-sair-pelo-lado-oposto-do-campo. Mais uma vez, são situações que defraudam o espírito do jogo e as expectativas de quem o vê. Por mim, proibia-as nos últimos dez minutos da partida. Se as quiserem fazer, façam-nas em tempo útil e não para queimar segundos. As equipas mantém-se em igualdade e o espectáculo melhora (com nuances a discutir quanto a prolongamentos e afins, mas fica a ideia geral). Outra ideia foi avançada há alguns anos pelo treinador do Belenenses, que já tem nome na praça como teórico do futebol. Dizia então JORGE JESUS que “alguém tinha de intervir de forma a proteger o futebol e eliminar os tempos mortos.(...) defendeu que as substituições no futebol devem ser processadas pelo 4º árbitro e sem haver necessidade de parar o jogo. Assim, a equipa que as quiser fazer terá todo o interesse em despachar-se e não fazer parar o jogo.” Parece simples. O quarto árbitro está lá para alguma coisa, pode perfeitamente atestar da regularidade da substituição e controlar não só o número de jogadores em campo, como também impedir que um jogador entre a meio de uma jogada de perigo.


Em jeito de conclusão, têm de facto razões para se queixar os adeptos do Benfica. São práticas vulgares neste tipo de jogos (e não só, porque os “grandes” também o fazem), que têm de ser analisadas e discutidas pela liga e pelos árbitros, de forma a fazer regressar aos estádios o gosto pelo futebol e deles fazer desaparecer o desporto-cananço-do-tipo-wrestling.




P.S. - Após o convite (do qual muito me orgulho) para fazer parte da equipa do scoutingground, decidi aceitá-lo sob a forma desta “coluna” de opinião. Deixarei os comentários tecnico-tácticos para quem de direito e neste espaço tentarei alargar o espectro de temáticas do site. As opiniões expressas nas minhas crónicas são da minha inteira responsabilidade. Ao scoutingground agradeço uma vez mais a oportunidade de publicar os meus “dois cêntimos”.